Diretor executivo do CONSISAL comemora assinatura de novos convênios com MDS no valor de quase R$ 40 milhões
No total de convênio para a Bahia com outros quatro consórcios, passa de R$ 143 milhões.
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) assinou dois novos convênios e ampliou metas com três consórcios para a construção de tecnologias de acesso à água em 56 municípios dos estados da Bahia e Minas Gerais. Abaixo a relação dos Consórcios da Bahia no valor de mais de R$ 143 milhões.
Serão investidos mais de R$ 143 milhões com o objetivo de garantir o
acesso à água para o consumo das famílias, para a produção de alimentos e
nas escolas rurais do Semiárido. A meta é construir 16.781 cisternas de
placas de 16 mil litros, 8.086 tecnologias para a produção de alimentos
e 810 cisternas escolares.
Zé Silva garante que a partir de fevereiro será retomado todo o trabalho para entregar mais de 11,5 mil cisternas.
Zé Silva ao lado do prefeito de Serrinha e presidente do CONSISAL Osni Cardoso.
Segundo Zé Silva, ao todo são seis consórcios no Estado da Bahia que
firmaram convênio com o MDS para construção de cisternas, mas o
anfitrião foi o CONSISAL, sendo o primeiro da Bahia a assinar o convênio
e o terceiro no Brasil.”Quando chegamos em Brasilia no MDS encontramos
assinatura de convênios com um consórcio da Paraíba e outro de Alagoas,e
isso nos garantiu até agora a liderança desse trabalho dentro de
Ministério de Desenvolvimento Social, tanto que nos últimos três anos o
maior valor de recursos tem sido o nosso, isto quer dizer também que é
porque estamos executando bem as nossa ações, pois se não estivesse o
MDS não disponibilizando esses recursos”, concluiu José Silva que
admitiu também uma participação efetiva do presidente do CONSISAL Osni
Cardoso em busca dos recursos.O CONSISAL conta com 20 municípios do Território do Sisal e todos serão contemplados, inclusive Biritinga que aderiu ao consórcio em meados do ano passado (2014)
Água limpa e de qualidade como nunca foi encontrada no semiárido.
A situação da falta d’água sempre foi sinônimo de sofrimento do povo
Nordestino, mas de 2002 para cá quando o governo federal passou a
investir fortemente em ações no combate a seca, o sofrimento voltou com a
pior seca dos últimos 60 anos, mas as famílias sofreram menos isso
graças a cisternas que armazenaram água da chuva caída no telhado das
casas.“Queremos garantir água, por no mínimo oito meses, para as famílias do Semiárido que sofrem com a seca”, destaca a diretora do Departamento de Fomento à Produção e à Estruturação Familiar do MDS, Francisca Rocicleide Ferreira da Silva. “O programa Cisternas garante melhores condições a essas populações que podem ter água potável por quase o ano inteiro.”
As cisternas são soluções simples para captar e armazenar água da chuva, tanto para consumo humano, amenizando os efeitos da seca prolongada. Com a tecnologia é possível que uma família de cinco pessoas possa conviver com a estiagem por até oito meses. Já a cisterna escolar é construída com placas de cimento e tem capacidade para armazenar 52 mil litros.
Redação CN * fotos: Raimundo Mascarenhas
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